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Sobre insatisfação, gratidão e comida

28/4/2016

Atualmente, nosso estilo de vida tem nos ofertado vários tipos de estresse e ansiedade. São muitas as informações (segundo o autor Augusto Cury, uma criança de 7 anos já armazena mais informações do que Eistem), são muitas as obrigações, são muitas as pressões. Precisamos de muito. Buscamos muito. Trabalhamos muito. Sofremos muito, afinal no pain no gain, não é mesmo? (Não!).

São muitas as crenças e normas que nos regem e nos causam constante insatisfação.

 

E nossa mente solucionadora de problemas tende a tentar solucionar essa insatisfação. Assim, vamos elencando causas para assim encontrarmos a solução, e acabamos vivemos em busca desses ideias, como, por exemplo: "Vou ser feliz quando for promovido"; "Vou ser feliz quando tiver um filho"; "Vou ser feliz quando casar". Ou, a que tem sido mais comum: "Vou ser feliz quando eu perder peso".

 

Não tem problema termos planos e sonhos. Isto é ótimo. Porém, seriam eles condicionantes da nossa felicidade?

 

Na verdade, pesquisadores têm observado que uma das possibilidades da nossa constante insatisfação é a falta de gratidão. Sim, é isso mesmo! Estamos constantemente focando naquilo que não temos, planejando como vamos conquistar estas coisas, e acabamos esquecendo de agradecer por aquilo que nós já temos. Mal sabemos o grande poder que a gratidão tem na nossa mente, no nosso corpo e na nossa vida.

 

A filosofia Mindfulness (atenção plena) também evoca isto. O viver o agora, sem condicionar sua vida ao futuro ou do passado, tem demonstrado inúmeros benefícios, inclusive o de aumentar a nossa felicidade!

 

O vídeo abaixo demonstra como o sentimento de gratidão age no nosso cérebro (sugiro o exercício trazido no vídeo!):


 

 

 

A insatisfação é um sentimento muito negativo. Um sentimento de que há algo faltando, de que há um vazio a ser preenchido, de que há algo a ser solucionado. E ser grato por cada momento, sabendo aceitar as dores e receber as alegrias, pode ser aquilo que você tem procurado. 

 

Mas o que isto tem a ver com a comida?, você me pergunta! Gente, tem muito! O comer emocional tem preenchido cada vez mais as nossas vidas. Tapamos nosso vazio, nossa dor e nossa insatisfação com comida, e não é incomum que isto seja sem perceber!

 

Ser grato, viver o momento e se auto conhecer podem ser, sim, pontos chaves para você entender e encerrar o seu comer emocional. E mais, para você encontrar aquilo que você tem tanto procurado. Talvez essa possa ser uma ótima dica para você conhecer quem você realmente é embaixo de toda essa insatisfação e esperanças no futuro.

 

 

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